A expulsão do Kléber com pouco mais de um minuto de jogo liquidou com as pretensões do Cruzeiro.

Na mexida com o braço no lance, o sangue que saiu do nariz do Richarlison deve ter assustado o árbitro uruguaio Jorge Larrionda que poderia ter dado um cartão amarelo, mas lascou um vermelho e complicou toda a situação.

Em condições normais já seria difícil fazer dois gols no São Paulo; com um a menos, danou tudo.

A ordem dos gols no Morumbi se inverteu, mas os autores foram os mesmos do Mineirão: dessa vez Hernanes o primeiro e Dagoberto o segundo.

O Cruzeiro fez o que pode. Correu muito e administrou na medida certa, sabendo que se abrisse além da conta poderia tomar mais gols.

Não há dúvida quanto aos méritos do São Paulo, que se arrumou nestes dois jogos e é forte candidato ao título.

Pela Copa do Brasil deu o previsto: o Santos passou por cima do Grêmio na Vila Belmiro e vai enfrentar o Vitória, que atropelou o Atlético Goianiense em Salvador.

Agora, as próximas fases dessas competições, só depois da Copa do Mundo.