No estacionamento de um dos maiores Shoppings de Johanesburgo, dezenas de funcionários de uma das maiores redes de farmácia do país comparecem todos os dias, com seus uniformes, mas não entram para o trabalho. Organizados, cantam e dançam músicas de protestos trabalhistas, reivindicando melhorias salariais. Querem 3.500 rands (R$ 825), contra os atuais 1800 que recebem mensalmente. O salário mínimo aqui, não oficial, gira em torno de U$ 200.
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