A vitória do Atlético sobre o São Paulo coroou o trabalho da diretoria para montar um grupo competitivo. O time todo rendeu o que se espera de cada jogador, com destaque para a sintonia da defesa e meio campo, que estiveram bem o jogo inteiro. Individualmente a entrada do Ricardinho deu a criatividade que faltava ao meio, com a devida experiência para segurar a bola nos momentos de maior pressão adversária. Tardelli teve um retorno feliz e mostrou a falta que fez nos jogos contra Botafogo e Cruzeiro. O goleiro Carini parece ter resolvido o problema, que vinha se tornando crônico. Seguro e com ótima saída do gol.

Mas, destaco um jogador de forma especial: Correa, uma descoberta atleticana, que tem feito diferença, com a bola nos pés e sem ela. Ótimo jogador.

Foi um confronto direto de pretendentes ao título e a vitória mostrou o quanto é imprevisível o campeonato.

Também sinalizou a capacidade de reação do Atlético, que vinha de duas derrotas consecutivas e uma saraivada de críticas, muito justas, diga-se.

Fica a expectativa se esta formação encontrada por Celso Roth repetirá grandes atuações como nessa vitória sobre o São Paulo. Certamente foi o melhor conjunto alvinegro escalado até agora no campeonato. 

Ocupação

Ainda não tinha me atentado a um assunto que me foi pautado no fim de semana: o que farão os funcionários do quadro fixo da Ademg enquanto o Mineirão estiver fechado para as obras de reformas, que só devem ser concluídas no início de 2013? A Arena do Jacaré é pequena e não tem serviço para tanta gente.

Verão

O atacante Alecsandro reclamou do horário de verão, no intervalo de Internacional 2 x 2 Fluminense, no Maracanã. Disse que é “um absurdo” botar os jogadores em campo sob o calor das “três da tarde”. Até Copas do Mundo são disputadas sob intenso calor, como na Alemanha, Ásia e Estados Unidos, onde havia jogos ao meio dia, por causa do fuso horário.

Estas e outras notas estarão em minha coluna de amanhã, no jornal O Tempo, nas bancas!